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quinta-feira, 13 de maio de 2010


AS GRANDES ESCOLHAS NA JUVENTUDE

Sérgio e Magali Leoto / Pr. Jeferson e Ferannda Ledo

1. O QUE DEUS TEM A VER COM MINHAS ESCOLHAS?
Quando nos entregamos a Cristo, damos a Ele o controle de nossas vidas!
Nossas decisões passam a ficar sob a Sua orientação, para que Ele cumpra Seus propósitos em nós. Esta entrega a Cristo, requer que deixemos 100% das áreas em Sua mão. Isto inclui a área profissional .
Deus está muito interessado em nos usar como "missionários", em nossa vida profissional. Nosso bom testemunho será uma grande arma nas mãos de Deus.
O Senhor usa "bons conselheiros" (pessoas sábias e tementes a Ele), para nos orientarem em momentos de dúvidas, nesta área.
Assim, enquanto ainda esperamos por definições, devemos confiar que Aquele que sempre quer o melhor para nós (o Senhor), irá mostrar no momento certo qual é Sua boa, perfeita e agradável vontade.
  • Rm 12:2 – "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."
2. OS VALORES DE DEUS
Hoje, presenciamos uma competição exagerada, uma busca por profissões que garantam bons rendimentos e dêem um bom "status". Mas serão estes os valores de Deus?
A visão de Deus, para uma vida bem sucedida, é bem diferente da visão que hoje temos como padrão. A segurança, para a maioria das pessoas, está nodinheiro, no poder e na fama. Alguns colocam seus ideais, no desejo de se tornarem cada vez mais inteligentes, para competirem melhor e estarem mais adaptados às exigências do mundo atual.
Vivendo nesta competitividade absurda e exagerada, torna-se a luta do "saber mais, para derrotar alguém ou para não ser derrotado por ele". Cai-se num "vale tudo" e desprezam-se valores básicos como companheirismo, solidariedade, lealdade e amizade. O saber é bom, mas esta motivação não é das melhores.
Aqueles que querem fazer a vontade de Deus, devem questionar a "motivação real" destes padrões e muitas vezes, "nadar contra a correnteza" dos maus valores . Isto não quer dizer, que não devemos ser competentes e competitivos. Podemos ser bons profissionais, sem abaixar os valores que agradam a Deus.
Existem alguns aspectos que o Senhor nos orienta em Sua Palavra, e que devemos considerar, no momento de uma escolha profissional, como veremos a seguir.

3. NÃO PODEMOS ESCOLHER UMA PROFISSÃO, TENDO O DINHEIRO COMO PRINCIPAL MOTIVAÇÃO
  • Pv 23: 4 – 5: "Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a sua inteligência. Por ventura fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus."
  • Mt 6: 19 – 21: "Não acumuleis tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corrói, e onde os ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração."
  • 1Tm 6: 9 – 10: "Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores."
  • 1Tm 6: 17 – 19: "Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhoso, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida."
4. AO ESCOLHER A PROFISSÃO, DEVE-SE LEVAR EM CONTA QUE TUDO O QUE SOMOS E FAZEMOS DEVE SER PARA A GLÓRIA DE DEUS
  • 1Co 10: 31: "Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus."
  • Ef 1: 12: "a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo."
5. NOSSA VIDA PROFISSIONAL DEVE SER EXERCIDA PARA O SENHOR, COM TODO O CORAÇÃO E NÃO PARA HOMENS
  • Cl 3: 22 – 23: "Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, e não servindo apenas sob vigilância, visando tão somente agradar a homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens."
6. BUSCANDO A VONTADE DE DEUS
  • Pv 16: 1: "O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios, vem do Senhor."
Você pode sonhar, fazer planos para sua carreira profissional. Mas é Deus quem irá confirmar que planos devem ser executados. Poderão ser todos os que você sonhou. Ou poderão ser apenas alguns. Mas pode acontecer também, que nenhum de seus planos foi viabilizado por Deus, porque ele tinha outros melhores. Lembre-se do que já dissemos: Sua vontade é boa, perfeita e agradável.
Existem muitos outros textos na Bíblia, que mostram como Deus quer dirigir a nossa vida e revelar Sua vontade:
  • Sl 25: 9: "(O Senhor) Guia o humilde e ensina ao manso o seu caminho."
  • Sl 25: 12: "Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher."
  • Sl 32: 8: "Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e sob as minhas vistas te darei conselho."
Deus mostra a Sua vontade a nós mas, a maioria das vezes ela não vem pronta. Precisamos estar atentos para conhecê-la. Isto compreende ler a Sua Palavra, a Bíblia, orar (incessantemente, às vezes) e buscar conselhos de pessoas idôneas e comprometidas com Ele.
  • Is 30: 21: "Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele."
Em nossa caminhada, Deus vai à frente conduzindo-nos, abrindo e fechando portas. A nossa parte é permanecer firmes, crescendo na intimidade com Ele, prosseguindo e confiando nEle. Ele conhece nossos temores, dúvidas e fraquezas.
Entregando nossa vida inteiramente em Suas mãos, não nos frustraremos; continuaremos firmes, convictos de estar realizando a nossa parte, segundo a Sua vontade. Ele entrará com a Sua parte na "sociedade", executando o que não sabemos fazer: trabalhar sobrenaturalmente!
  • Mt 6: 25 – 26: "Não andeis ansiosos pela vossa vida (...) Observai as aves dos céus: não semeiam, não colhem nem ajuntam em celeiros; contudo vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves?"

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segunda-feira, 18 de maio de 2009


A Escolha que Agrada a Deus

(Valdenira Nunes de M. Silva, adaptado de George B. Eager)


Encontrarmos uma pessoa para nos casar não é tão difícil. O difícil é termos sabedoria para escolher aquele que Deus quer que seja nosso marido. E aí, como faremos para não errarmos e seguirmos os passos que agradam ao Senhor?

Vejamos cinco dicas que podem nos ajudar a agirmos corretamente:

1) O casamento deve ser visto sob o ponto de vista bíblico.

2) Aja sabiamente de modo que você seja a pessoa certa para o seu futuro marido.

3) Ore sempre, pedindo a Deus que coloque, diante de você, aquele que vai se tornar, seu futuro marido.

4) Escolha com sabedoria aquele que Deus separou para você.

5) Peça a Deus a Sua bênção sobre o casamento de vocês.

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1) O CASAMENTO DEVE SER VISTO SOB O PONTO DE VISTA BÍBLICO

Hoje em dia, a moça e o rapaz já se casam pensando que, mais adiante, se o casamento não estiver dando certo, eles, automaticamente, se separam e partem para outra aventura. Este é o pensamento do mundo, não de Deus.

Se você promete algo a alguém ou a Deus, procure cumprir, pois Deus não tem prazer naquilo que prometemos e não cumprimos. Se não estamos interessados em cumprir o que prometemos, então é melhor não prometermos. E isto é válido para os votos do casamento quando você diz que seguirá o seu marido na pobreza ou na riqueza, na saúde ou na doença... e até que a morte os separe.

Não encare o primeiro desentendimento como um forte motivo para o divórcio. Deus não gosta de divórcio. Ele apenas permite por causa do coração duro do homem. Em qualquer casamento existem problemas “mas podem ser vencidos quando tanto o marido como a esposa concordam que estão comprometidos um com o outro por toda a vida.” Nunca deixem chegar às suas cabeças a palavraseparação.

Lembre-se sempre do seguinte: “A mulher foi tomada não da cabeça do homem para estar acima dele, nem dos seus pés para ser pisada por ele, mas do seu lado para ser igual, perto do seu braço para ser protegida, e perto do seu coração para ser amada.”

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2) AJA SABIAMENTE DE MODO QUE VOCÊ SEJA A PESSOA CERTA PARA O SEU FUTURO MARIDO

Geralmente, somos nós que procuramos aquele que poderá ser nosso futuro marido. Ele tem que ser um crente, um bom filho, um bom irmão, bom amigo, que ama crianças... e, para nós isto é o bastante. Mas vejamos tudo isto sob outro aspecto. Procurarmos todas estas características no rapaz com quem queremos nos casar é certo mas temos que procurar ser a pessoa certa para nosso futuro marido.

 Siga então os passos seguintes e, certamente, você tornar-se-á a pessoa ideal para ele:

a) Tenha comunhão diária e constante com o Senhor.

Leia a sua Bíblia diariamente para ver o que o Senhor tem para lhe dizer e “ore sem cessar, pois esta é a vontade de Deus...”. Você está sendo fiel à sua igreja? Está procurando usar os seus dons?

 Gálatas 5:22-23 diz: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.” Procure se esforçar para ser a pessoa que possui estas características e então, ter um casamento equilibrado e feliz.

b) Aprenda a ser uma pessoa bondosa.

Seja sempre uma pessoa altruísta. Comece, hoje mesmo, a ser boa e paciente dentro do seu próprio lar. Ame os seus pais de todo o seu coração. Obedeça-os mesmo se forem descrentes e dê graças a Deus por tê-los colocado como seus pais. Ame seus irmãos e procure sempre ser amiga e companheira deles. Ame as criancinhas, tenha calma e paciência com elas. Ame os animais, trate-os bem. O rapaz ao vê-la agir assim, a admirará e almejará tê-la como esposa.

c) Mesmo sendo uma pessoa solteira, seja feliz e agradecida a Deus.

Em todos os momentos de sua vida, creia que Deus só quer o melhor para você. Não seja uma pessoa amarga, ansiosa, triste mas uma pessoa equilibrada, feliz e cheia de fé no Senhor.

É natural que você queira se casar mas “se você não aprender a ser feliz como solteiro, não será feliz depois de casado.”

O segredo da felicidade está em suas mãos: conheça o amor de Deus e você será sempre feliz.

Tudo tem seu tempo certo. Espere este tempo colocando sua vida nas mãos do Senhor.

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3) ORE SEMPRE, PEDINDO A DEUS QUE COLOQUE, DIANTE DE VOCÊ, AQUELE QUE VAI SE TORNAR, SEU FUTURO MARIDO

Deleite-se conversando com o Senhor! Se você é crente, deleite-se com o seu Pai do Céu pedindo-Lhe que cuide daquele que vai ser, futuramente, seu marido.

Não se preocupe, pois se seus pais aqui da Terra quer o melhor para você, quanto mais seu Pai Celestial que foi quem a criou, que mandou Seu único Filho morrer no seu lugar e quer o melhor para você!!!

Deus sabe o que vai fazê-la feliz e por isso desde há muito tempo Ele vem cuidando do seu futuro cônjuge mas cabe a você, por causa do seu livre arbítrio, escolher sabiamente aquele que Deus cuidou.

Saiba o seguinte: “A vontade de Deus e o que é melhor para você, são a mesma coisa.”

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4) ESCOLHA COM SABEDORIA AQUELE QUE DEUS SEPARAROU PARA VOCÊ

. Seja obediente à Palavra de Deus!

“Nunca é a vontade de Deus do crente casar com descrente.” A Bíblia diz que a luz não se une com as trevas, como então alguém pode ter comunhão com uma pessoa que não é filho de Deus?

. Como saber se ele é ou não um crente.

Se no seu coração você tem dúvidas quanto ao rapaz ser ou não um crente, então provavelmente este não deve ser o da sua escolha.

Ore ao Senhor e peça que Ele lhe dê um marido que seja não apenas um crente mas um crente dedicado.

Em Salmos 127:1 a Bíblia diz: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam.” Cristo tem que ser o centro do seu casamento, Ele tem que ter o devido lugar nas sua vidas e no lar.

. Evite intimidade no seu namoro.

“Satanás oferece experiências que parecem maravilhosas, mas são de pouca duração, e têm resultados prolongados. Deus pede que nos controlemos, e quando obedecemos, Ele nos dá verdadeira satisfação sem qualquer sentimento de culpa.”

. Tenham certeza que se conhecem bem.

Muitas vezes, você pode pensar que conhece o rapaz com quem vai se casar só porque tudo entre vocês vai às mil maravilhas. Um teste muito bom é o casal passar uma semana num acampamento cristão, bem supervisionado mas onde haja fogos, brincadeiras com times, etc. Provavelmente, você terá oportunidade de ver como ele ou ela reage em determinadas situações. Muitas boas e más qualidades aflorarão, virão à tona: egoísmo, impaciência, aborrecimento ou altruísmo, paciência e o pensar só no outro.

Conhecer a pessoa com quem vamos nos casar é muito importante!

Vão juntos aos cultos, pois assim você poderá ver se ele realmente ama ao Senhor, se sua fé é real ou fingida.

. Respeitem-se mutuamente.

Respeitar alguém é o mesmo que valorizá-lo ao máximo. No casamento, o respeito mútuo é de suma importância, por isso uma moça deve procurar um rapaz que a valorize e não que a despreze.

. Não tenha pressa na escolha.

A paixão se não for bem controlada, se não estiver nas mãos de Deus, pode dar origem a um mau casamento.

Se você deixar o Senhor controlar sua vida amorosa, certamente você não terá pressa para se casar mas esperará o tempo certo.

Não noive se não estiver pronta para o casamento. “Um longo período de encontros e um curto noivado é melhor do que o contrário.”

5) PEÇA A DEUS A SUA BÊNÇÃO SOBRE O SEU NOIVADO

Este é o período em que se é mais tentado a fazer o que desagrada a Deus.

Nunca pense que noivado é casamento. O noivado pode a qualquer momento ser desmanchado, portanto não faça nada que futuramente você possa se arrepender.

O sexo antes do casamento pode causar muitos problemas inclusive a diminuição do prazer com seu cônjuge, pois agora nada é mais novidade. Além disso, os sentimentos de culpa, de medo,de vergonha que acompanham a pessoa por ter praticado o sexo antes do casamento, continuam existindo depois de casada. “Você foi ‘programado’ para associar estes maus sentimentos com o ato sexual, e cada vez que o praticar, aqueles sentimentos de culpa, medo e vergonha voltarão a assombrá-lo (la).” Este é o preço que se paga por uns poucos momentos de prazer e desobediência ao Senhor.

Se você é uma pessoa controlada e está sempre se esforçando para fazer a vontade de Deus, certamente terá um casamento feliz. Um dos mais ricos dons de Deus é “um casamento prazeiroso com alguém que se ama profundamente.”

Quando o casal se torna um no casamento, poderá experimentar toda a beleza e pureza que Deus sempre quis para eles.


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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Evite Escolher o Bom ao Invés do Melhor

Pr. Cleverson de Abreu Faria

 

A vida humana é uma série de escolhas. Essas escolhas determinam nosso futuro. Ao longo de nossas vidas, vivenciamos uma série de escolhas ininterruptas, pois sempre, diariamente, nos colocamos diante de uma nova escolha a ser feita.

 

Em nossas escolhas nos deparamos diante de dois pontos importantíssimos: agradar a Deus, escolhendo aquilo que Ele tem de melhor para nossas vidas ou, simplesmente, agradar a nós mesmos, nossa carne, nosso desejo e escolher aquilo que achamos ser bom para nossa vida.

 

Por isso, as escolhas são, sempre, mais importantes. São as escolhas – e nunca a sorte – que determinam nosso destino.

 

Sempre ouvimos dizer que as nossas escolhas atestam o nosso caráter e também que a direção para onde a nossa mente involuntariamente se move demonstra o tipo de pessoas que somos. O cristão que tem sua mente transformada, sendo “revestida do novo homem”, fará as melhores escolhas. Se formos cristãos carnais, onde o mais importante é agradar ao “eu”, nossas decisões e escolhas sempre irão contra ao que Deus quer para nós.

 

No entanto, quantos cristãos hoje em dia, em sua ânsia de escolher aquilo que é certo, cometem erros. Quantos cristãos, por não conhecer o que diz a própria Palavra de Deus, fazem escolhas que lhes definham a alma (Salmo 106.15).

 

Qual é o perigo que encontramos? É simplesmente o de escolher aquilo que aparentemente é bom, aquilo que não se vê nada contra, nada de errado, que por coincidência até se inúmera inúmeros pontos a favor e, portanto, parece ser o certo, no entanto, porém, não é a perfeita, a explícita vontade de Deus para nossas vidas.

 

Por muitas vezes, no decorrer de nossas vidas, escolhemos o aquilo que é bom e não aquilo que é melhor. Parece uma contradição de termos não é mesmo? Quem em sã consciência escolheria aquilo que é bom no lugar do que é melhor? Quem faria tal loucura? Mas, a realidade é diferente e diariamente, inúmeros cristãos se deparam com esse tipo de escolha: o bom ao invés do melhor.

 

Entendendo as Nossas Escolhas

 

Vejamos rapidamente rápidos exemplos desse tipo de escolha, para melhor compreendermos as nossas próprias:

 

1) A Escolha “Boa” de Ló

“E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; e se escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, eu irei para a esquerda. E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do SENHOR ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do SENHOR, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar. Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro” (Gênesis 13.8-11).

 

Ló era sobrinho de Abraão. Infelizmente Abraão errou ao levar esse sobrinho consigo ao sair de Ur dos caldeus, sua terra, pois a ordem de Deus era sair da sua parentela e não levar sua parentela junto (Gênesis 12.1). Portanto, estavam junto desde essa época. Agora, os rebanhos, as manadas e as tendas multiplicaram, com isso, seus pastores começaram a contender tanto por causa dos pastos que foi necessário fazer uma separação. Contrariando a cultura da época, Abraão permitiu que seu sobrinho escolhesse primeiro para qual lugar partiria em toda aquela terra. Lembre-se que o natural seria que Abraão fizesse a escolha primeiro. A escolha insensata de Ló recaiu sobre a planície de Sodoma. Posteriormente Abraão escolheu Hebrom, passando a ser o lugar de sua residência permanente.

 

A ganância de Ló fez com que escolhesse Sodoma para viver. Uma cidade próspera, com sistema de irrigação já estabelecido, situada próximos a uma grande campina, rica em vegetação, no entanto, essa escolha, aparentemente boa, levou Ló a ficar exposto à impiedade dessa cidade. Veja o que essa escolha fez com Ló: 1) escolheu aquilo que lhe agravada e não o que agradava a Deus (Gênesis 13.10-11); 2) começou a se aproximar cada vez mais da cidade, mesmo sabendo da sua pecaminosidade e perversidade (Gênesis 13.12-13); 3) se tornou um homem grande em Sodoma, tinha uma posição de autoridade (Gênesis 19.1), no entanto, ao ganhar influência nessa ímpia cidade, perdeu totalmente seu testemunho, ao passo que nem sua própria família aceitava um conselho seu (Gênesis 19.14), tanto que ao se tornar uma pessoa importante, suas filhas aceitaram o padrão moral de Sodoma.

 

Que triste escolha. Parecia ser tão boa, tão perfeita, mas nada mais que tão completa e longe de Deus. E assim acontece conosco também quando escolhemos o que nos agrada e não o que agrada a Deus.

 

Abraão e Ló tinham a mesma raça (Gênesis 11.31), estavam sujeitos ao mesmo ambiente, mas com caráter diferentes e escolas diferentes. Nos momentos de crise é que verificamos a escolha de um homem que agrada a Deus. A escolha de Ló recaiu sobre “toda a campina do Jordão”, escolhendo aquilo que lhe trazia as vantagens mais imediatas possíveis. A escolha de Abraão recaiu sobre os “carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom”.

 

Ló ganhou influência e respeito na cidade de Sodoma, mas perdeu seus familiares e o principal, perdeu o contato e a intimidade com Deus. Abraão “aguardava a cidade que tem fundamentos” (Hebreus 11.10) e confiou em Deus, ficou conhecido como “Amigo de Deus” (Tiago 2.23), e logo na divisão com seu sobrinho, edificou um altar ao Senhor Deus (Gênesis 13.18). Mostrando em Quem ele confiava. Que contraste do cristão espiritual com o cristão carnal!

 

2) A Escolha “Boa” da Nação de Israel

“Então todos os anciãos de Israel se congregaram, e vieram a Samuel, a Ramá, E disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações. Porém esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei, para que nos julgue. E Samuel orou ao SENHOR. E disse o SENHOR a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles. Conforme a todas as obras que fizeram desde o dia em que os tirei do Egito até ao dia de hoje, a mim me deixaram, e a outros deuses serviram, assim também fazem a ti. Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar sobre eles” (1Samuel 8.4-9).

 

O propósito de Deus para esta nação era que nunca tivessem um soberano terreno, pois o próprio Deus era Seu Soberano. No entanto, essa nação se rebelou e pediu um rei, para ser igual a todas as nações. Aqueles que deveriam ser diferentes, povos exclusivos, nação santa (Êxodo 19.5; Deuteronômio 7.6; 14.2), queriam ser iguais aos demais povos pagãos que nada tinham com Deus.

 

Ao escolher um rei terreno, não estavam rejeitando ao profeta Samuel, mas sim, a Deus. E Deus, na sua infinita misericórdia diz: “Já que desejam um rei terreno, Eu irei conceder o desejo do coração deles, o que eles estão pedindo não é o melhor, estão escolhendo aquilo que parece ser bom, mas, irão perceber, mais tarde, a grande tolice que estão fazendo”.

 

E aqui, vemos mais uma vez a grande tolice e o grande perigo de escolher o bom ao invés do melhor. A escolha que parecia boa, o motivo parecia bom, a idéia parecia ótima, enfim, inúmeros pontos a favor, mas, infelizmente, não era a vontade explícita de Deus para esta nação. Então Deus: “concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma” (Salmo 106.15). O primeiro rei, Saul, foi leal a Deus até que a impaciência, o orgulho, a arrogância entraram em seu coração e perdeu o reino. O segundo rei, Davi, foi o “homem segundo o coração de Deus”. O terceiro rei, Salomão, foi o mais sábio, mas nem sua sabedoria fez com que praticasse os atos de idolatria e tantas outras coisas abomináveis diante de Deus, mesmo assim, fora um bom rei. Após ele, Roboão, perdeu a oportunidade de Deus de ser um rei conforme o padrão divino e a nação ficou dividida. O reino do norte, sendo Jeroboão seu primeiro rei, praticou idolatria sem tamanho. O reino do Sul, sendo Roboão o primeiro rei, foi mais fiel a Deus, mas mesmo assim, caiu em pecado também. A nação de Israel recebeu seu rei, porém, gradualmente foi se desviando dos propósitos estabelecidos por Deus, até que foi levada ao cativeiro.

 

Tristes resultados de uma “boa” escolha. E assim é, aquilo que parecia bom, “fez definhar-lhes a alma” (Salmo 106.15).

 

Uma lição: às vezes, Deus pode conceder os nossos desejos, quando escolhemos uma coisa boa no lugar de escolher o melhor Deus, no entanto, essa mesma concessão de Deus é a maneira dEle fazer com que aprendemos que a escolha correta é dependermos dEle e aceitarmos o melhor de Deus para nossas vidas, mesmo que, no primeiro momento não entendamos isso, mas, no final, saberemos que a escolha correta é aquela que agrada a Deus e não a que agrada a mim mesmo.

 

3) A Escolha “Boa” de Cada Um de Nós

“Quanto a vós outros, todavia, ó amados, estamos persuadidos das cousas que são melhores e pertencentes à salvação” (Hebreus 6.9).

 

Um grande desafio que cada um de nós enfrenta é o de compreender o que é o melhor de Deus. Mas, a partir do momento que compreendemos o que é este melhor de Deus para nossas vidas, nos deparamos com a exigência imediata de uma resposta. Compreender o melhor de Deus para nossas vidas, requer uma resposta imediata! Para isso, devemos aprender a submeter nossas escolhas à vontade de Deus.

 

Se um cristão desejar exercer influência em seus familiares, em sua igreja, em seu ambiente de trabalho, enfim, na sociedade, tem que escolher o melhor de Deus e aprender essa lição. Viver em função de coisas superiores. Viver em função de escolhas melhores. Viver em conformidade com a vontade de Deus.

 

Quantos pais que se dizem cristãos vivem em função de si mesmos. Suas escolhas refletem diretamente sob seus filhos e cônjuge. Somos exortados pela Bíblia que devemos “buscar em primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Mas por que os filhos de alguns cristãos não são bons exemplos de conduta? Por que alguns se comportam de uma maneira tão anticristã? Por causa do exemplo que tem em seus pais. É claro que alguns filhos de pais cristãos poderão ser belos exemplos de vidas consagradas a Deus, mesmo que seus pais não o sejam, isso é pela misericórdia e pela graça de Deus.

 

Lembre-se: você não poderá dar o que não tem! Se ainda não aprendeu a escolher o melhor de Deus, precisa aprender primeiro, para depois passar isso a seu filho, esposa, namorada e familiares. Você deve aprender a conhecer a Deus, amá-Lo e obedecê-Lo primeiro, para poder então levar seus filhos a fazer o mesmo. Qual a sua condição agora?

 

O amor dá aos filhos o que eles precisam e não o que eles querem! Mostre-lhes como agir corretamente e o que significa ter caráter. Treine-os pelo exemplo. Veja a história a seguir para entender bem esse dever:

 

Um dia, quando meu filho brincava com seus amiguinhos ouvi uma conversa entre eles. O assunto era: “Meu pai é melhor que o seu”. Um dos meninos disse orgulhosamente:

– “Meu pai conhece o prefeito da nossa cidade”.

O outro, então, virou-se e disse:

– “Grande coisa! O meu conhece o governador do Estado”.

Imaginando o que viria a seguir naquela disputa, ouvi meu próprio filho dizer:

– “Isso não é nada, meu pai conhece a Deus!”.

Sai, então, de fininho do lugar onde estava “espionando”, com lágrimas escorrendo pelo rosto. Fui direto ao meu quarto, cai de joelhos e orei de forma genuína e grata: “Senhor, que meu filho possa sempre dizer: Meu pai conhece a Deus!”

 

Seu filho pode dizer que você conhece a Deus? Seu cônjuge pode dizer isso? Sua namorada pode? Seus pais? Seus familiares? Seus amigos?

 

A Escolha “Melhor”

 

“Porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticar o que é bom, do que praticando o mal” (1Pedro 3.17).

 

A quem podemos comparar em escolher sempre o melhor de Deus? É claro que nosso maior exemplo e o nosso melhor exemplo em todos os aspectos se tratam de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Jesus Cristo, sempre, em todos os aspectos de sua vida, escolheu o melhor de Deus, sempre escolheu o padrão mais alto, o mais excelente. Como disse um pregador de Deus: “Ao lermos o registro de sua vida, nos dias da sua carne, vemo-lo como aquele que sempre, coerentemente, escolhia o melhor de Deus”.

 

Vejamos o que a própria Bíblia declara sobre isso:

** “E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo; bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20.27-28).

** “Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra” (João 4.34).

** “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (João 6.38).

 

Muitos dizem que os cristãos depois de já passaram anos, os chamados “cristãos velhos” por alguns, começam a dar muitos problemas. Jesus Cristo, no final de Sua vida terrena, ainda permanecia firme, forte, com a mesma convicção de realizar a vontade de Deus, este mesmo princípio que foi o propósito que governou sua vida: “E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14.36).

 

Conclusão

 

Buscar o melhor de Deus é ir além. Mas ir além custa, no entanto, é ir além que faz toda a diferença. Fazendo isso, daí sim, poderemos oferecer nossos corpos “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12.1).

 

Quero concluir com um desafio muito grande que recebi. Não sei quem é o autor desse texto, quero, no entanto, fazer uma paráfrase daquilo que recebi, acrescentar algo e realizar uma aplicação final:

 

“Quando tudo o que é bom se despedaça o que os justos podem fazer? O Senhor está no seu santo templo; o Senhor está no seu trono no céu” (Salmo 11.3,4 – tradução livre).

 

A pergunta de Davi não é a nossa? Quando tudo o que é bom se despedaça, o que os justos podem fazer? Quando aviões perfuram torres fortes, quando cidades são destruídas pelas ondas do mar, quando prédios ou mesmo casas é destruídas pelo fogo, quando pessoas sucumbem, o que podemos fazer?

 

Muitos podem querer pensar que fora apenas um sonho. Mas infelizmente não foi. Foi algo indizível. Algo impensável. Agora, pais terão que sepultar seus filhos, pessoas inocentes que sofrem, filhos que não mais terão a presença de seus pais, cônjuges que mais terão um ao outro. Nós sofremos a perda da vida.

 

Com a perda de vidas inocentes vai a perda da própria inocência. Talvez devêssemos saber melhor, mas não sabíamos.

 

Então, o que podemos fazer? “Quando tudo o que é bom se despedaça, o que podem fazer os justos?”

 

Curiosamente, Davi não responde sua pergunta com uma resposta. Quando fazemos uma pergunta, esperamos uma boa resposta, algo que solucione o que não entendemos no momento. Mas Davi faz diferente. Ele responde com uma declaração. Eis sua resposta: “O Senhor está no seu santo templo. O Senhor está no seu trono no céu”.

 

Que maravilha! Deus sempre permanece como Deus. Este ponto é infalível: Deus não é afetado pelas nossas tormentas. Ele não é detido pelos nossos problemas. Ele não é atingido por esses problemas. Ele está no Seu santo templo. Ele está no Seu trono no céu.

 

Edifícios caíram, mas Ele não. Cidades foram destruídas e arruinadas, mas Ele nunca será. Prédios podem pegar fogo e se extinguirem, mas Ele nunca. O negócio de Deus é mudar a tragédia em triunfo. Ele sempre faz isso.

 

O negócio de Deus é transformar o bom no melhor. Pois o desejo do coração de Deus é sempre nos dar o Seu melhor e não aquilo que apenas é bom. Esse é o nosso Deus.

 

Ele não isso com José? Veja-o na prisão egípcia. Seus irmãos o haviam vendido; a mulher de Potifar queria se deitar com ele. Se alguma vez o mundo de alguém desabou, foi o mundo de José.

 

Considere a vida de Moisés, cuidando de rebanhos no deserto. É isso que ele pretendia fazer com a sua vida? Muito difícil não é mesmo? Ele fora treinado na melhor faculdade do Egito, recebera a melhor instrução e a melhor comida, era um príncipe! Porém seu coração bate com sangue judeu. Sua paixão é conduzir escravos, então por que é que Deus o mantém conduzindo ovelhas por 40 anos naquele deserto?

 

E Daniel. Daniel? Ele estava entre os melhores e mais brilhantes jovens de Israel, o equivalente às melhores graduações de nosso pais. Era como que estivesse estudado nas melhores universidades do país. Porém, ele e toda a sua geração estão sendo levados para fora de Jerusalém. A cidade está arruinada. O Templo em pedaços.

 

José na prisão, Moisés no deserto, Daniel em cadeias. Esses foram momentos escuros. Quem poderia ver qualquer coisa boa neles? Quem poderia saber que o José prisioneiro estava a uma promoção de tornar-se o José Primeiro Ministro? Quem teria pensado que Deus estava dando a Moisés quarenta anos de treinamento no deserto no mesmo deserto por onde ele conduziria o povo depois de saírem do Egito? E quem teria imaginado que Daniel, o cativo, seria em breve o Daniel conselheiro do rei?

 

Deus faz coisas assim. Ele fez com José, com Moisés, com Daniel, e mais do que todos, Ele fez com Jesus. Os seguidores de Jesus Cristo viram na cruz a inocência assassinada. A bondade assassinada. A torre de força do céu foi perfurada. Mães choraram, o mau aparentemente triunfou, e os apóstolos tiveram que querer saber: “Quando todas as coisas boas se despedaçam, o que fazem os justos?”

 

Deus responde sua pergunta com uma declaração. Com o estrondo e com o rolar da rocha Ele lembrou que “O Senhor está no seu santo templo; o Senhor está no seu trono no céu”.

 

O que podemos dizer de Lázaro. Os amigos dele foram a Jesus e disseram que estava enfermo. Jesus Cristo demorou ainda quatro dias para ir ter com seu grande amigo. Por que essa demora? Por que não fora imediatamente para evitar que ele adoecesse mortalmente? Simplesmente porque os propósitos de Deus são maiores. Eles queriam uma coisa “boa” – a cura de Lázaro. Mas Jesus tinha algo “melhor” – mostrar todo o Seu poder e a Sua autoridade sobre a morte ao ressuscitá-lo.

 

E hoje, nós devemos nos lembrar: Ele ainda está no Seu templo, ainda sobre o Seu trono, ainda no controle. E Ele ainda transforma prisioneiros em príncipes, cativos em conselheiros e sextas-feiras em domingos. O que Ele fez então, Ele ainda fará. Cabe a nós pedir que Ele faça.

 

Para buscarmos o melhor de Deus para nossas vidas devemos entregar nossas vidas. Entrega traz poder. Examinar nossas vidas e verificar se estamos buscando aquilo que é bom ou aquilo que é o melhor de Deus. Se existe pecado, confesse. Uma entrega incondicional trará poder inconfundível. Devemos abandonar todo o nosso desejo e entregar, sem reservas, ao senhorio de Cristo.

 

Como disse um pregador: “Para os homens hoje, o melhor de Deus se expressa no chamado de Cristo: Segue-me. Segui-lo corajosa, coerente, e lealmente é escolher a melhor e mais alta de todas as alternativas da vida”.


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